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UM ARTISTA COMPLETO
Nunca teve aulas de desenho ou pintura. Na Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio, fez seus primeiros trabalhos como desenhista da seção de arquitetura. Ao servir ao Exército, interrompeu o trabalho. Ao dar baixa, ingressou nos Diários Associados, em 1948, onde, com textos de Vão Gôgo, desenha a tira do contador de histórias Ignorabus, que tinha textos de Vão Gôgo (Millôr Fernandes).
Em seguida, foi para a revista O Cruzeiro, onde fez caricaturas, ilustrações, página de charges com seu nome e séries. As aparências enganam, Perguntas inocentes, As duas faces do homem, Palavras que consolam e outras.
Desenhava também, interinamente, O Amigo da Onça, quando seu criador – o também pernambucano Péricles Maranhão – atrasava. Com a morte do amigo, na virada de 1961 para 1962, Estevão acabou herdando o Am
A maior parte de sua obra foi publicada na Revista O CRUZEIRO, do fim da década de 40 até sua morte. A revista foi uma das mais importantes publicações brasileiras, e durou quase 50 anos. A primeira edição foi em 1928 e a última em 1975.
Fonte: http://www.memoriaviva.com.br/carlosestevao/des031.htm
GERAÇÕES SE ENCONTRAM NAS SALAS DE AULAS
Chega ao fim mais uma etapa do projeto História da Gente, realizado desde 2003 pela Fundação Palavra Mágica, com o patrocínio do Santander e Gráfica São Francisco e apoio das Secretarias Municipal e Estadual da Educação e do Espaço Aberto à Terceira Idade do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ribeirão Preto.
O projeto História da Gente estimula as várias gerações a repensar a questão da preservação da memória e seu próprio papel e importância na vida do município. A partir de livros infantis que falam sobre a história de Ribeirão Preto e de depoimentos dos moradores mais antigos da cidade, os alunos nas escolas passam a conhecer e respeitar a história da cidade e sentirem orgulho de viver nesta cidade paulista que fica a 320 km da capital.
O objetivo também é de cidadania que propõe uma reflexão sobre valores importantes para a comunidade, a começar pela preservação da sua própria história.
Esta ação recebeu o Prêmio Cultura Viva do Ministério da Cultura e já beneficiou mais de 11 mil crianças e idosos da cidade –buscando resgatar e valorizar o papel dos cidadãos da terceira idade na sociedade.
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