|
|
||||||
|
|
||||||
|
A ILHA DE USO OFICIAL
A Ilha de Brocoió, de aproximadamente 200.000 m2 de área, inserida no arquipélago que constitui a XXI Região Administrativa da Cidade do Rio de Janeiro, é de propriedade do Estado e faz parte de um arquipélago situado ao fundo da Baía de Guanabara, no setor nordeste da mesma. Ela integra o arquipélago da Ilha de Paquetá, da qual dista cerca de 300 metros.
Além de Brocoió e da famosa Paquetá, fazem parte do mesmo arquipélago outras ilhas e ilhotas que receberam as denominações de Braço Forte, Casa da Pedra, Comprida, dos Ferros, das Folhas, Jurubaíbas, dos Lobos, do Manguinho, Tapuana de Baixo, Tapuana de Cima e Trinta Réis.
Originalmente constituída por duas pequenas ilhas interligadas, foi primitivamente utilizada como presídio para indígenas rebeldes. Brocoió, segundo J. Romão da Silva, seria “corruptela de boré-coya, significando: o que emparelha, o que se equipara ao boré, alusão ao rumor surdo do conhecido instrumento musical dos índios(...). Entretanto, Antenor Nascentes, em seu Dicionário Etmológico, registra “boré-coyá... (sussurro) (...), o nome explicar-se-ia por ter sido a ilha outrora presídio de índios rebeldes. Acreditava-se que à noite os espíritos desses índios vagavam soltando soluços e gritos.
Posteriormente foi explorada como caieira, fornecendo matéria-prima (cal) que, junto do óleo de baleia, servia de argamassa para as construções que proliferavam pela Cidade do Rio de Janeiro à época do Brasil Colônia.
Na década de 1930, a ilha pertencia a Octávio Guinle, quando foi urbanizada pelo seu proprietário. Iniciou-se a construção de uma mansão que levou cerca de dois anos para ficar pronta. Foi então, contratado o arquiteto francês Joseph Gire, autor, ainda, do Projeto do Copacabana Palace.
Adquirida ao preço de CR$ 6.000.000,00 (seis milhões de cruzeiro, em 1944 pela Prefeitura do então Distrito Federal, na gestão de Henrique Dodsworth, atualmente é de propriedade do Estado do Rio de Janeiro, encontrando-se tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC). Nela se ergue o Palácio de Brocoió, utilizado como residência alternativa pelo Governador do Estado. Por esse motivo, toda a ilha é privativa do governador e não é permitido visitas.
RESIDÊNCIA GOVERNAMENTAL Embora pouco condizente com a paisagem, a mansão é em estilo normano, muito ao gosto do academismo da época. Quase todo o material foi importado da França, inclusive as telhas; de Portugal veio o mármore de Lioz para o revestimento dos pisos e do banheiro da suíte principal.
A residência tem dois pavimentos nobres, um semi-enterrado e sótão, nos quais distribuem-se: três salas, varanda, grande hall com pé direito duplo, seis quartos, cinco banheiros, copa, cozinha, despensa, três quartos de empregados, banheiros de praia e grande área no sótão, cobertura por clarabóia e que ilumina o hall acima citado.
Existe uma grande escadaria que leva ao segundo andar. A suíte principal é toda em mármore de lióz, nos banheiros, as torneiras são de bronze. A música ficava a cargo de um magnífico órgão mecânico, atualmente necessitando de recuperação. Dizem que no passado, os moradores da vizinha Paquetá ouviam as músicas tocadas no órgão. O som chegava até lá, pelo silencio que há.
No jardim foram preservadas mangueiras seculares. A vegetação atual da ilha inclui angicos, cibipirunas, merindibas, etc. Lá encontra-se também uma grande população de cotias.
A foto da página principal é do fotógrafo Gemerson Dias.
O ANIVERSÁRIO DA MARAVILHA QUE É O RIO No dia primeiro de março é o aniversário da cidade. Esta é a data oficial da fundação da Cidade do Rio de Janeiro, que em 2009 irá completar 444 anos. Quer saber mais sobre a fundação da cidade? Leia:
O monumento do Cristo Redentor, estátua que fica no topo do Corcovado, com 38 metros de altura, inaugurado em 1931 é o grande cartão-postal da cidade. Mas, a Lagoa Rodrigo de Freitas com seus 7,5 quilômetros de ciclovia e de área de lazer, localizada no centro de uma região montanhosa de Mata Atlântica, tem seu lugar de destaque entre as belezas do Rio. Aos pés do Pão de Açúcar, a cidade foi fundada em 1 de março de 1565 por Estácio de Sá e é de onde, se vê uma das mais belas vistas do mundo.
TREM DO CORCOVADO: JUSTIÇA DETERMINOU A REDUÇÃO DE TARIFA
Apesar de decisão judicial, o preço da passagem do trenzinho que leva ao Cristo Redentor, ainda não foi reduzida de R$ 45 para R$ 36. A empresa Estrada de Ferro do Corcovado (Esfeco) afirma que não foi notificada da decisão, da qual pretende recorrer. A Estrada de Ferro do Corcovado, tombada pelo Patrimônio Histórico, foi a primeira ferrovia eletrificada do Brasil. Ela é mais antiga do que o próprio monumento do Cristo Redentor. Aliás, foi o trem que, durante quatro anos consecutivos, transportou as peças do Cristo. O primeiro passageiro ilustre a subir o Morro do Corcovado de trem foi Dom Pedro II -Imperador do Brasil -, que inaugurou a Estrada de Ferro em 9 de outubro de 1884. O trem, na época a vapor, foi considerado um milagre da engenharia por percorrer 3.824 metros de linha férrea, em terreno totalmente íngreme. Para saber sobre os horários e preço, ligar: 0xx 21 2558-1329
PROGRAMA ESPECIAL: “DIA DA COLHEITA” Ano de 2009, ano novo, novas perspectivas, e uma nova safra de qualidade já está presente nas videiras garantindo a bela paisagem do Vale dos Vinhedos. As uvas estão sadias e os cachos brilham ao sol. A PIZZATO Vinhas e Vinhos convida para apreciar esse espetáculo participando do “Dia da Colheita”.
De chapéu e avental, na companhia do Sr. Plínio Pizzato, proprietário, o visitante pode conhecer todo o processo, desde o plantio das videiras, o crescimento, desenvolvimento das uvas até seu amadurecimento.
Depois, junto com os enólogos, será acompanhada a vinificação passo a passo, com direito a um retorno à tradição de “pisa das uvas” para os que quiserem viver a experiência. E o principal: com a taça na mão e a prova do vinho, resumindo todo o caminho do plantio da videira à elaboração.
Fotos: fotografo Cris Berger
Para repor a energia e a disposição depois destes momentos entre as videiras e a vinificação, a PIZZATO Vinhas e Vinhos e a restauranter Giovana encerram o “Dia da Colheita” com um almoço harmonizado com vinhos e espumantes da casa.
Mais informações: Contato por e-mail:giovana@pizzato.net
_________________________ Direitos autorais (Lei federal nº 9.610/98) - Quando da utilização de material deste site, deve ser feita a seguinte referência: "extraído de www.idademaior.com.br" | ||||||