|
|
||||||
|
|
||||||
|
A CIDADE DO AMERICAN DREAM
Há muito considerada a capital mundial do entretenimento, Las Vegas sintetiza, sobretudo, os sonhos da maioria dos americanos de classe média: divertir-se dia e noite, comer e beber, jogar nos cassinos e fazer compras, tudo isto concentrado em centros que recriam as cidades que mais gostariam de visitar.
Em que outro lugar, se teria a oportunidade de "ver" Paris, Veneza, Nova Iorque, o Cairo, Marrakech, um castelo medieval ou uma batalha de piratas em poucas horas?
Em Las Vegas, a cidade que nunca dorme, se joga ininterruptamente 24 horas por dia nas suas centenas de Slot Machines, mesas de Baccara, Blackjack, dados, pôquer, roleta e salas de apostas desportivas - Sports Book (corridas de cavalos, basebol, futebol americano, boxe, entre outros).
Basicamente, a vida em Las Vegas está organizada ao longo da sua maior avenida: Las Vegas Boulevard, ou mais conhecida como The Strip, onde se localizam os principais hotéis: o Mirage Hotel and Casino, foi o primeiro mega-resort construção em Las Vegas (3000 quartos), dotado de uma verdadeira floresta tropical - abriga um "Secret Garden" que recria o habitat de algumas espécies de animais em vias de extinção, como os tigres reais brancos de Timbavati - com um vulcão artificial que cospe fumo e fogo a 30 metros de altura, de 15 em 15 minutos. Possui, igualmente, um aquário com tubarão, raias e peixes tropicais.
Ao lado, na Ilha do Tesouro (Treasure Island) uma tripulçaão de piratas defende-se com valentia de um ataque de marinheiros ingleses, ambos a bordo de veleiros do século XVII armados com canhões e decorados a rigor.
Quem quiser recuar até ao tempo dos romanos, tem o Caesar's Palace e o seu Forum comercial, mas os que apreciam uma Itália com mais requinte, podem dar um salto ao Bellagio - considerado o hotel mais caro de Las Vegas -, com as suas lojas de marca e um magnífico bailado de águas, luz e som, no lago exterior.
E já que estamos na "Europa", que tal uma visita a Paris, com uma subida na Torre Eiffel (164 metros, um pouco mais de metade dos 300 metros da verdadeira), ao edifício da Opera ao Arco do Triunfo do Hotel Paris Las Vegas.
O Excalibur pretende reconstruir o magnífico castelo de Camelot, com o Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda envolvidos num torneio a cavalo, disputado durante um banquete medieval onde os comensais comem com as suas próprias mãos!
Mais realista, o Luxor apostou na construção de uma pirâmide negra quase do tamanho da Grande Pirâmide de Queóps e de uma Esfinge em tamanho natural, que serve de entrada principal ao casino. A pirâmidede aloja centenas de quartos e acolhe no seu interior divertimentos, lojas, cinemas e restaurantes.
A dois passos, no estremo Sul da "Strip", o Mandalay Bay distingue-se pela qualidade e originalidade dos seus restaurantes - o russo Red Square, com o seu balcão de gelo e 170 tipos diferentes de vodka; o afro-latino Rumjungle, com as suas 150 variedades de rum; o mexicano Border Grill, com a suas muitas tequilas; e o nova-iorquino Aureole, com a sua torre computorizada de 12 metros, que oferece uma seleção de 1200 vinhos.
Por fim, os mais emblemáticos estereotipo da cultura norte-americana estão reunidos nos 19 arranha-céus do New York, New York - que apresenta uma verdadeira montanha russa, réplicas da estatua da Liberdade e da ponte de Brooklin e um Time Square. O MGM Grand - o maior hotel do mundo, com 5034 quartos!
Ao fim do dia, recomenda-se uma subida Stratosphere, uma torre com 350 metros de altura, o mais alto restaurante rotativo do mundo e um magnífico panorama de todo este "American Dream". Na verdade, as fantasias, os reflexos e os efeitos de luz adquirem toda a sua beleza ao cair da noite. Os bares, casinos e restaurantes estão cheios, os espetáculos vão começar e as discotecas preparam-se para abrir as suas portas.
Texto: Alexandre Coutinho
Nota da redação: Isolada no meio do deserto de Nevada, à beira do Grand Canyon, Las Vegas foi criada pelo o empresário Bugsy Siegel, que, em 1946, construiu o maior e mais caro hotel da época, o Flamingo.
PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU LEVA VISITANTES DE VOLTA AO PASSADO
Para marcar os 70 anos de existência do Parque Nacional do Iguaçu, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) desenvolveu um projeto de resgate da memória que conseguiu reunir 4 mil imagens antigas das Cataratas e região, formando um valoroso acervo fotográfico que ficará exposto ao público no Espaço Porto Canoas.
As histórias estão compiladas no livro Meu vizinho, o Parque Nacional do Iguaçu, do jornalista e ambientalista Marcos Sá Corrêa, lançado no dia 10 de janeiro passado.
Conhecido mundialmente pela beleza das Cataratas do Iguaçu, o Parque Nacional do Iguaçu é tombado como patrimônio natural da humanidade pela Unesco. Localizado na região Oeste do Paraná, possui 185 mil hectares de formação de Floresta Estacional Semidecídua, com manchas de Formações Pioneiras Aluviais e Obrófila Mista, todas integrantes do bioma Mata Atlântica. A exploração turística do Parque Nacional do Iguaçu, realizada em parceria com a iniciativa privada, por meio de concessões públicas, é considerada referência nacional pelo Ministério do Meio Ambiente, que em 2009 adotará o mesmo modelo de gestão nas unidades de conservação de Abrolhos (BA) e Fernando de Noronha (PE). O PNI é o parque nacional mais visitado do Brasil.
O DIA DE SÃO SEBASTIÃO
No dia 20 de janeiro, comemora-se o dia de São Sebastião (250-286 DC), o Santo Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro e de centenas de outras pelo mundo. Os primeiros navegantes que aqui chegaram, invariavelmente traziam uma imagem do Santo, aludindo o jovem rei Sebastião de Portugal, desaparecido na batalha de Alcácer-Quibir. A tradição oral diz que o Santo
ajudou Estácio de Sá, fundador de São Sebastião do Rio de Janeiro, a expulsar os franceses, que queriam invadir a cidade e saqueá-la, não livrando contudo nosso herói fundador, de morrer por uma flecha envenenada. Nascido em Narbona, na Gália, São Sebastião foi centurião romano no tempo de Dioclesiano, que o condenou a servir de alvo aos arqueiros do exército, por ter exortado dois amigos a permanecerem fiéis à fé cristã.
Irene (Santa), que o levara a enterrar, percebendo-lhe ainda vida, tratou seus ferimentos e o curou. Sarado, apresentou-se ao Imperador, que o condenou à morte, desta vez a pauladas. Foi sepultado nas Catacumbas.
É a partir do século XIV, que São Sebastião é representado da forma que o conhecemos hoje, como jovem paladino, semelhante aos heróis legendários, mais apropriado à função que exercia na corte do Imperador Romano.
EM MEIO À CRISE, BRASILEIROS E NORTE-AMERICANOS DEIXAM DE VIAJAR
Fonte:Flávia Furlan Nunes Pew Research Center/ Consumidor RS.com.br
_________________________ Direitos autorais (Lei federal nº 9.610/98) - Quando da utilização de material deste site, deve ser feita a seguinte referência: "extraído de www.idademaior.com.br" | ||||||