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CONSUMIDOR BRASILEIRO MUDOU DIANTE DA CRISE
A crise que está deixando o mercado financeiro mundial em pânico já acendeu o sinal amarelo no ritmo de compras do brasileiro. Pesquisa do Instituto Qualibest (www.qualibest.com.br) para identificar o potencial de consumo nos próximos meses, apontou que as pessoas continuam animadas com a perspectiva das compras natalinas, mas 55% já mudaram alguma atitude em relação ao consumo depois que a turbulência estourou no mês passado. Nesse sentido, estão pagando mais à vista, gastando menos ou até mesmo evitando cartões de crédito. Muitos estão colocando dinheiro na poupança. Na hora de preencher o carrinho de compras, os itens de limpeza doméstica preferidos são aqueles mais baratos ou em promoção. O levantamento foi realizado pela internet com 819 pessoas das principais capitais do País e do interior de São Paulo, entre 30/09 e 7/10. Dos entrevistados, 52% são homens e 48% mulheres, das classes A (13%), B (50%) e C (37%). A faixa dos 25 aos 35 anos concentra 38% dos consumidores consultados. Outros 29% têm entre 18 e 24 anos, 8% estão na faixa dos 36 aos 40 anos e 25% têm mais de 40.
Fonte: Communica Brasil -Revisão e edição: Renata Appel
RESOLUÇÃO SOBRE A CRISE ECONÔMICA: IMPLICAÇÕES NA SAÚDE
Após discussão de como a crise econômica mundial pode impactar na assistência à saúde dos povos. Elaborou-se, portanto, a seguinte resolução na 59º Assembléia Geral da Associação Médica Mundial, Seul, Coréia do Sul, em outubro 2008
A atual crise global da economia está afetando tanto indivíduos quanto nações e terá implicações para a saúde. A população passa por incertezas sobre o futuro; e conseqüências psicológicas começam a aparecer.
Ao enfrentar dificuldades econômicas, os governos têm respondido com o corte de despesas nacionais. Há um risco de que os gastos com a assistência à saúde diminuam nominal e proporcionalmente nos próximos anos. A experiência tem mostrado que esta ação pode ter sérias conseqüências na saúde dos indivíduos e em sua contribuição para a economia nacional. Dessa forma, todas as reservas serão reduzidas.
Sendo assim, a WMA exorta as Associações Médicas Nacionais a trabalharem junto a seus governos para:
Iniciar programas de apoio médico e psicológico aos indivíduos e famílias afetados pela crise econômica atual.
Manter, pelo menos, os investimentos atuais em saúde.
José Luiz Gomes do Amaral Presidente da AMB – Associação Médica Mundial
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