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Quem bebe ou fuma muito ou tem hábitos alimentares ruins pode desenvolver a doença de Alzheimer anos mais cedo do que as outras pessoas, segundo estudos apresentados durante um encontro da Academia Americana de Neurologia, realizado em Chicago, Estados Unidos.
A pesquisa do Centro Médico Mount Sinai, da Flórida, concluiu que beber em excesso - duas ou mais doses por dia - faz com que a doença se desenvolva quase cinco anos mais cedo. Os que fumam mais de 20 cigarros por dia podem desenvolver a doença dois anos mais cedo. COLESTEROL
Um segundo estudo concluiu que pessoas com mais de 40 anos e com níveis elevados de colesterol têm uma vez e meia mais chances de desenvolver Alzheimer. Neste estudo, os cientistas acompanharam 9,7 mil homens e mulheres a partir dos 40 anos na Califórnia.
Estimamos que aqui tenha pelo menos 1 milhão e 200 mil portadores. Apesar de não ser uma doença curável, há tratamento específico. O diagnóstico precoce, a orientação sobre os problemas enfrentados do dia-a-dia e a informação correta, melhora substancialmente a qualidade de vida dos pacientes e dos familiares vitimados por essa devastadora patologia FONTE: Redação, com BBC - de Londres INTERVALO
No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta: O aluno era o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'. GASTOS NA SAUDE PÚBLICA Uma pesquisa realizada pelo oncologista Reynaldo Sant'Anna, do Hospital do Câncer de Ribeirão Preto, elaborado em conjunto com 04 especialistas da UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais), apontou que, nos 07 anos pesquisados, o SUS desembolsou R$ 31 milhões com melanoma em São Paulo. Feito a partir de dados da Fundação Oncocentro de SP, o levantamento considerou preço de consultas, biópsias, remédios, tratamentos e outros procedimentos hospitalares. A rede pública de saúde gasta em média R$ 4,4 milhões por ano no estado de SP com o tratamento do tipo mais letal de câncer de pele, o melanoma, segundo um estudo que analisou os 2.920 casos da doença entre os paulistas, de 2000 a 2007. Agravada pela destruição da camada de ozônio e a conseqüente exposição mais intensa a raios ultravioletas, a enfermidade geralmente pode ser prevenida com facilidade. Se fossem detectados em sua fase inicial em todos os pacientes, os 2.920 casos custariam aos cofres paulistas R$ 1,15 milhão , ou seja, os gastos atuais são 282% maiores. O melanoma é o mais letal dos tumores de pele conhecidos pela medicina. Embora represente 4% dos tipos de câncer de pele, mata em 75% das vezes que se manifesta, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). Todo ano são registrados cerca de 132 mil casos de melanoma no planeta, além de 2 milhões de outros tipos de câncer de pele, ainda segundo a OMS. O estudo sobre a rede pública em SP indica que um paciente que está com melanoma ainda na fase inicial custa R$ 382 por ano. FONTE NEDH _________________________ Direitos autorais (Lei federal nº 9.610/98) - Quando da utilização de material deste site, deve ser feita a seguinte referência: "extraído de www.idademaior.com.br" | ||||||