TEMPO NÃO É DESCULPA
PARA A MÁ ALIMENTAÇÃO
Deixar a alimentação
em segundo plano por conta de uma agenda corrida ou da rotina
atarefada é um perigo para a saúde. Não
permita que a falta de tempo prejudique suas refeições,
afinal os alimentos são aliados essenciais na produção
da energia necessária para cumprir suas atividades
e para garantir qualidade de vida.
Normalmente, o trabalho, os estudos
e outras atividades interferem de forma mais contundente
nos hábitos alimentares de adolescentes e adultos
novos. A maioria dos idosos dosa melhor as refeições,
até porque tem mais tempo.
- O estômago está preparado
para receber refeições fracionadas e não
passar muito tempo
em jejum. Quebrar
o galho com lanches rápidos e calóricos faz mal, principalmente
quando se torna rotina. A pessoa se acomoda e o organismo se
adapta a esta situação, o que leva à dificuldade
na correção de erros
alimentares, explica Viviane Chaer Borges, nutricionista
do GANEP – Grupo de Nutrição Humana.
A recomendação para
quem tem uma vida agitada e não mantém a disciplina
com a desculpa do tempo é ao menos fazer três
refeições por dia – café da manhã,
almoço e jantar antes de dormir.
CAFÉ DA MANHÃ:
COMECE O DIA SE ALIMENTANDO BEM
Pela manhã, o organismo de
quem comeu muito bem à noite – fato comum de
quem se alimenta mal durante o dia –
está saciado. A fome costumeiramente aparece com toda
a força entre 9h e 10h. Não raramente, recorre-se
a biscoitos recheados, coxinhas e empadinhas, entre outros, para
enganar o estômago. Comer barra de cereais ou uma fruta
em substituição à primeira refeição
do dia também não é suficiente. Embora nutritivos,
não saciam a fome completamente.
A falta do café da manhã baixa
as taxas de glicose do organismo, afetando a concentração,
causando fadiga e indisposição. Fora isso,
o cirurgião dentista Marcelo Rezende comenta que uma
das causas da halitose, ou mau hálito, é a
falta de alimentação adequada.
- Na correria do dia-a-dia, muitas
pessoas dispensam a principal refeição do dia,
que é o café da manhã. Com o estômago
vazio, o suco gástrico passa a ser sentido na boca,
causando o mau hálito. Isso também vale para
qualquer intervalo muito grande entre uma refeição
e outra, explica.
Com uma boa refeição,
a pessoa consegue ser mais produtiva e ter rendimento melhor
até o horário do almoço.
- Primeiro, é importante
que se faça o desjejum. Depois que este hábito
estiver instalado, priorize a qualidade deste. O ideal é incluir
uma fonte de cada nutriente”, pondera a nutricionista.
A sugestão de Viviane para
começar bem o dia, mesmo tendo pouquíssimo
tempo para comer, é uma fatia de pão integral
com margarina light e um copo de leite desnatado com café ou
chocolate. Para quem não toma leite, pode substituí-lo
por queijo branco. Outra opção rápida é uma
vitamina de frutas com leite desnatado e aveia ou granola
com frutas e iogurte desnatado.
DO ALMOÇO AO
JANTAR: FUJA DO JEJUM
Muitas vezes, por compromissos ou
reuniões prolongadas, o almoço é adiado.
Se não for rotina, ok. O importante é
não excluir a refeição do dia-a-dia.
“Pare e almoce no horário
que for possível. Se não houver alternativa,
opte por iogurte com frutas. Juntos, eles fornecem cálcio,
proteínas e fibras, além da sensação
de saciedade. Sanduíche com pão integral, rico
em fibras, e queijo, com suas proteínas, é uma
boa pedida também. Já a famosa bolacha de água
e sal não é uma boa recomendação,
pois tem uma absorção rápida no organismo
e não alimenta”, comenta Viviane.
Ao cair da noite, muitos compensam
as refeições puladas durante o dia, exagerando
na alimentação. Resultado: estresse pela falta
e/ou pelo excesso de alimentos. Em conseqüência,
o sono fica prejudicado, já que o corpo tem de trabalhar
dobrado para metabolizar tudo o que foi ingerido; sem falar
dos problemas intestinais, como diarréia ou obstipação.
Aliás, a conseqüência
da alimentação desregrada é o sobrepeso
e tudo que o acompanha: aumento da glicemia, dos níveis
de triglicérides e do colesterol.
O estômago produz diariamente
ácido clorídrico, que tem papel fundamental na digestão
dos alimentos. Na ausência de alimentos, esta produção é acentuada,
podendo levar a problemas gástricos, como a gastrite.
Outro problema da falta de alimentação é a
constipação intestinal, as dores de cabeça
e a tontura.
“A disciplina alimentar é
fundamental. É compreensível quando situações
corriqueiras interferem eventualmente nas refeições,
mas não permita que isso se torne uma rotina”.
NUTRIGENÔMICA: ALIMENTOS
QUE PODEM INTERFERIR NA PRÉ-DISPOSIÇÃO
DE CERTAS DOENÇAS
Alimentos com melhores propriedades
nutricionais e funcionais é a principal contribuição
que a biotecnologia pode oferecer para a melhoria da saúde
humana, explicou a professora Neuza M. Brumoro, da Universidade
Federal de Viçosa, durante o XI Congresso Brasileiro
de Nutrologia, que aconteceu
em São Paulo
de 12 a14 de setembro.
Em sua palestra sobre as Perspectivas
da Biotecnologia na Alimentação, ela mostrou
que com a nutrigenômica será possível
produzir alimentos que atuem sobre a predisposição
a certas doenças como câncer, dislipidemias
e obesidade.
A nutrigenômica, conforme
explicou, estuda o efeito dos nutrientes alimentares na expressão
gênica de cada pessoa. Dentro dessa disciplina, a proteômica
estuda as proteínas e substâncias produzidas
por uma espécie, enquanto a metabolômica se
ocupa do compartilhamento metabólico
entre as células. Todo esse conhecimento permitirá chegar
a dietas alimentares personalizadas de acordo com o perfil genômico
individual, segundo a cientista. Por enquanto, os cientistas têm
se debruçado principalmente sobre a biofortificação
de alimentos.
Para Neuza Brumoro, trata-se de
uma ferramenta poderosa porque os alimentos já virão
biofortificados da lavoura, sem necessidade de se interferir
nos hábitos alimentares das populações.
No Brasil, por exemplo, existe o
caso da farinha de trigo que é fortificada, mas que
acaba beneficiando apenas os consumidores do Centro-Sul.
- Todos nós sabemos que no
Norte e Nordeste, o maior consumo é de farinha de
mandioca e não de trigo e, assim, essas populações
acabam não sendo beneficiadas por uma política
alimentar que deveria ser nacional, observou.
Entre os alimentos alvo, estão
a mandioca, o feijão, a batata e a soja, todos presentes
na dieta brasileira. As
tecnologias utilizadas nesse desenvolvimento podem ser convencionais
ou da nutrigenômica.
Ela informou que a Embrapa está
representando o Brasil no International Food Policy Research
Institute, entidade dedicada a buscar soluções
de biofortificação de alimentos para as populações
onde sejam detectadas carências nutricionais, especialmente
de ferro, zinco e betacaroteno.
Em sua palestra, durante o XI Congresso
Brasileiro de Nutrologia, a cientista da Universidade Federal
de Viçosa afirmou que os benefícios da biofortificação
podem ser diretos, como o desenvolvimento de soja com mais ômega3
ou com menos teor de ácido linoleico, mas também
podem ser indiretos.
Nesse caso, exemplificou com o milho
desenvolvido para ter baixo teor de fitato, uma característica
que leva, por exemplo, os suínos alimentados com a
ração desse milho a produzirem uma carne para
consumo humano com menos colesterol.
O PAPEL DA BIOTECNOLOGIA
NA ALIMENTAÇÃO
Segundo dados apresentados pelo médico nutrólogo, Dr. Durval
Ribas-Filho, presidente da ABRAN – Associação
Brasileira de Nutrologia, os atuais
hábitos alimentares que levam à crescente oferta
de alimentos mais calóricos e ao aumento no tamanho
das porções podem vir a ser beneficiados pela
biotecnologia. No Brasil, por exemplo, 40% dos adultos apresentam
sobrepeso ou obesidade.
- Com o avanço dessa ciência na busca de produtos melhorados,
poderão ser obtidos alimentos transgênicos com
as mesmas qualidades nutricionais dos convencionais, mas
com menor índice calórico, afirmou.
Para o Dr. Durval Ribas-Filho, essa
tecnologia, que já tem atuado no aumento da qualidade
e da quantidade dos alimentos, agregará valores funcionais
aos alimentos, como vitaminas e minerais, antioxidantes, ácidos
graxos insaturados, fibras, flavonóides, prebióticos
e probióticos, substâncias reconhecidas por
prevenir ou retardar o aparecimento de doenças degenerativas.
Batatas com maior conteúdo de amido, arroz com alto
teor de ferro, abacaxi com incremento de sabor, alface com
maior durabilidade, amendoim com menor possibilidade de fungos,
tomate com mais licopeno e leite com baixo teor de lactose
foram alguns dos exemplos de alimentos geneticamente modificados
apresentados pelo presidente da ABRAN, durante a apresentação.
Segundo ele, um importante alvo
dos novos projetos científicos na área tem
sido a busca da redução de gorduras trans e
saturadas nos alimentos e, também, a busca da melhora
do sabor de alguns alimentos, como a soja, por exemplo. Ressalvou,
no entanto, que o consumo de alimentos não deve ser
visto apenas como um meio de saciar a fome ou de atender
desejos.
-A tecnologia hoje disponível
também tem fins mais nobres como o combate ao aparecimento
de doenças e a busca de uma vida mais saudável,
assinalou.
INTELIGÊNCIA ALIMENTAR
A ciência dos alimentos e
a forma como utilizá-los para uma melhor qualidade
de vida é o que se pode saber na publicação
Inteligência alimentar que acaba de chegar às
livrarias. Emagrecer, ter uma vida muito mais longa, equilibrada,
saudável, uma pele jovem e sadia são os outros
benefícios que os alimentos podem trazer à vida
das pessoas.
Este livro ensina o que está por
traz da composição dos alimentos, e como utilizar
os chamados “Ingredientes do Equilíbrio” para
ter um corpo perfeito e sadio.
Inteligência alimentar é ideal
para as pessoas que buscam bem estar e querem ter qualidade
de vida, utilizando os alimentos como grandes aliados.
Além de oferecer dicas importantes para quem pretende
agir com inteligência em relação ao próprio
corpo; orientar sobre a forma ideal de modificar pratos tradicionais
para que estes se tornem mais saudáveis, ensinar novas
receitas, Inteligência alimentar incentiva a criação
de receitas personalizadas, que têm como principal diferencial
o equilíbrio nutricional.
A inteligência em combinar determinados ingredientes com
o objetivo, por exemplo, de reduzir a fome, eliminar gorduras
indesejadas, conseguir maior disposição, é amplamente
explorada no livro, por meio de várias receitas, onde
o segredo está em utilizar os “Ingredientes do Equilíbrio” de
forma estratégica.
Inteligência alimentar é considerado uma grande
inovação ao colocar por terra vários paradigmas,
como por exemplo, as tabelas atuais de peso ideal, que não
levam em consideração a constituição
corporal de cada pessoa. Além disso, o livro ensina o
que está por traz das informações contidas
nos rótulos dos alimentos e que, muitas vezes, acaba confundindo
os consumidores.
Com várias receitas, o livro
ensina a transformar alguns dos pratos mais convencionais
em muito mais saudáveis e nutritivos. A lasanha, por
exemplo, ganha muito mais sabor com a utilização
da proteína texturizada de soja, peito de peru, farelo,
de trigo, aveia entre outros. Já a tradicional pizza,
com a utilização de farelo de trigo e aveia
em flocos, oferece muito mais energia e é muito mais
saudável.
Inteligência alimentar também
ensina como sair da dieta de uma maneira não radical,
e sem grandes conseqüências. Um dos destaques é a
receita do Novo Chocolate. O leitor vai aprender como fazer
um chocolate menos calórico, e muito mais nutritivo
com a adição de albumina, semente de linhaça
e outros ingredientes fáceis de comprar. Já o
sorvete, ganha albumina, e semente de linhaça como
alguns dos seus Ingredientes do Equilíbrio.
INTELIGÊNCIA ALIMENTAR, da
Editora Scortecci, de E AL ROPER tem 224 páginas e
custa R$38,90
“COMIDA LIXO” A
VILÃ DA ALIMENTAÇÃO
Pesquisa publicada no British Journal
of Nutrition mostrou que o desejo exagerado das crianças
por junk food pode ser conseqüência da alimentação
da mãe ainda durante a gestação. Estudos
indicam que esse tipo de comida, traduzida literalmente como “comida
lixo”, está relacionado ao aumento de colesterol,
pressão arterial entre outras complicações
para quem as ingere.
- O termo junk food é utilizado
para referir-se a alimentos com alto teor calórico,
mas com níveis reduzidos de nutrientes, explica Eda
Maria Scur, nutricionista e professora de pós-graduação
do Grupo CBES (Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos).
Bombons, bolachas, sorvetes, tortas,
batatas, pipoca, sanduíches... Esses alimentos são
alguns dos que se enquadram na categoria junk food e são
consumidos diariamente e em grande quantidade. Margarinas, óleos
e açúcares também se enquadram nessa
categoria de comida e devem ser consumidos com moderação.
“Uma das principais conseqüências
da ingestão desses alimentos é que quanto maior
o seu consumo, menor a probabilidade de seguir uma dieta
saudável e consumir adequadamente vitaminas e minerais
essenciais”, ressalta a nutricionista. “Esse
padrão alimentar está
relacionado ao aumento na incidência da obesidade e de
suas complicações”, complementa.
Enquanto pessoas que consomem grandes
quantidades de alimentos nutritivos, como frutas e verduras,
têm menor tendência a desenvolver doenças
cardiovasculares, os fãs de junk food podem ter aumento significativo do colesterol
e da pressão arterial, além do ganho de peso.
Na infância, a ingestão desse tipo de alimento
apresenta-se como uma das principais causas de obesidade
e, por isso, a sua venda tem sido proibida nas escolas.
Apesar de todo mundo saber que não
é saudável, é muito comum a substituição
de uma refeição adequada por lanches menos nutritivos, levando
a um afastamento cada vez maior de um padrão alimentar desejável.
- E não há como proibir
o consumo. O que é preciso é conscientizar
a população para os graves problemas nutricionais
que esse padrão alimentar acarreta, observa Eda Maria
Scur.
NUTRIÇÃO
FUNCIONAL PARA UMA MAIOR LONGEVIDADE
O Dia do Idoso, no dia 27 de setembro, já suscita
algumas questões: com o envelhecimento da população
brasileira e o aumento significativo da expectativa de vida,
quem podemos chamar de idoso? Hoje, alguns dos nossos ídolos
estão na faixa dos 60 anos, como Caetano Veloso, Gilberto
Gil e Chico Buarque. Mas eles seriam idosos? Para que cheguemos
não aos 60, mas aos 70 ou aos 80 anos esbanjando saúde,
boa aparência, capacidade produtiva e disposição,
especialistas da chamada Nutrição do Século
XXI, a Nutrição Funcional, dão algumas
dicas que podem começar a ser incorporadas por nós
hoje mesmo. Trata-se de um plano de previdência para
a longevidade e a qualidade de vida nas idades mais avançadas.
Segundo a Dra. Lucyanna Kalluf, nutricionista funcional
e farmacêutica, professora da VP Consultoria Nutricional,
os nutrientes são os grandes modificadores e moduladores
da resposta do corpo humano, e modificam o funcionamento
do organismo ao longo de toda a vida. “A relação
dos alimentos é muito importante nas chamadas terceira
e quarta idades, quando se deve priorizar uma alimentação
qualitativa rica em nutrientes antioxidantes; o uso de fitoquímicos
(dos alimentos e plantas); e o maior consumo de alimentos
funcionais. Deve-se atentar para a oferta adequada de nutrientes
para cada pessoa, principalmente de micronutrientes como
vitaminas, minerais e aminoácidos”, diz.
A especialista explica o que normalmente acontece
com o organismo dos “idosos”: carência
de fibras, excesso de carboidratos simples, dieta rica em
gorduras trans e saturada, carência de alimentos integrais,
mastigação insuficiente, má digestibilidade,
alergia e intolerância alimentar. “Estima-se
que, na idade adulta, aproximadamente 70% da população
mundial tenha produção negligenciável
de lactase, resultando em intolerância à
lactose”, conta. De acordo com a Dra. Lucyanna, sobretudo
na “melhor idade”, a Nutrição Funcional
estimula um melhor funcionamento de órgãos como
fígado, pâncreas, intestino e cérebro por
meio de nutrientes específicos como: prebióticos
(chicória; tomate; banana; alho, cebola; mel); probióticos
(pool de lactobacilus); enzimas digestivas; alimentos com importância
para desintoxicação do fígado (chá verde,
couve, brócolis, alho, cebola e soja); boas fontes de
gorduras (ômegas 3 e 6): óleo de peixe, óleo
de linhaça, azeite de oliva, atum, salmão, arenque;
fibras: alimentos integrais, frutas, verduras e aveia; algas
como a chorella e a spirulina; aminoácidos como a glutamina
e a arginina; minerais como cálcio, zinco, magnésio,
manganês e cromo; vitaminas do complexo B + C + E + D;
além de nutrientes e alimentos antioxidantes: selênio,
coenzima Q10, ácido lipóico, castanha do pará,
nozes e suco de uva.
Nas idades mais avançadas, a incidência
de doenças ortopédicas, reumáticas,
neurológicas e psiquiátricas (sobretudo depressão)
aumenta bastante. Segundo a Dra. Lucyanna, vários
trabalhos e artigos científicos mostram que as mudanças
em nossa dieta podem fazer a maior diferença na saúde
dos nossos neurônios e nos nossos humores. Hoje as
nutricionistas funcionais atuam com sucesso em parceria com
os médicos no tratamento de doenças como osteoporose,
Alzheimer e Parkinson. A seguir, uma receita indicada para
a saúde do cérebro:
ALIMENTOS FRENTE À DEGENERAÇÃO
CEREBRAL / DEPRESSÃO - NUTRIENTES PARA O CÉREBRO:
Vitamina B1 (tiamina)---------Pinhão, Farinha
de trigo integral, Farinha de soja integral, Levedo de cerveja,
Sementes de girassol seca, Milho verde e Leite de soja
Vitamina B3 (niacina)--------Peito de galinha, Atum fresco, Anchova,
Peito de peru, Broto de ervilha cru e Arroz integral.
Vitamina B6 (piridoxina)-----Farelo de arroz cru, Melado de cana
integral, Anchova, Atum fresco, Levedo de cerveja, Arroz integral,
Cará, Alho e Sementes de Gergelim secas.
Vitamina B12 -----------------Atum fresco, Anchova, Salmão,
Gema de ovo e derivados do leite.
Colina--------------------------Ovos, Alcachofra, Soja, Couve
Flor e Alface.
Inositol-------------------------Levedo de cerveja, Nozes, Frutas,
Vegetais e Grãos Integrais.
Tirosina-----------------------Carnes, Aves, Frutos do mar e
Tofu
Triptofano---------------------Leite, Iogurte, Queijos, Arroz,
Pães, Batata, Soja, Nozes, Feijão, Lentilha, Castanhas,
Abacate e Banana.
OS HÁBITOS DOS BRASILEIROS
Uma pesquisa nutricional
realizada com 1500 pessoas, entre homens e mulheres, de
18 a
60 anos, das classes sociais A, B, C, nas principais capitais
do país, realizada em parceria entre o HCor, Hospital
do Coração, Instituto de Metabolismo e Nutrição
e a Synovate Brasil, apontou que os brasileiros não sabem
selecionar os alimentos ideais, não tiram dúvidas
com médicos sobre nutrição, além
de não terem o hábito de consumirem frutas, verduras
e legumes.
Apresentada durante
o V Congresso Paulista de Nutrição Clínica,
realizado no final de agosto
em São Paulo
, o estudo revelou também que são as mulheres
as principais responsáveis na escolha dos alimentos a
serem comprados nos supermercados, com 43% de decisão,
contra 13% dos homens entrevistados.
Dos 1500 consultados,
77% não questionam os médicos sobre nutrição
e apenas 23% fazem questionamentos sobre o assunto”,
explica dr. Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista
do HCor e coordenador do Congresso.
POUCO SAL
Um estudo britânico mostrou
que crianças e adolescentes estão consumindo
muito sal, que apresenta significativa associação
com a pressão sangüínea sistólica.
Os pesquisadores da St George's
University of London analisaram 1600 crianças de quatro
a 14 anos de idade. E confirmaram que o consumo de sal aumenta
a pressão mesmo em crianças -
"quanto mais sal as crianças comem, maior se torna sua pressão
sangüínea".
De acordo com os autores, para cada
grama extra de sal, há um aumento relacionado na pressão
sitólica. Por causa disso, os especialistas defendem
a redução do sal na alimentação
na infância, mostrando a importância para a diminuição
da pressão e prevenção de doenças
cardíacas e derrames na idade adulta.
Fonte: Cláudio Lima
BRÓCOLIS É BOM
PARA O SISTEMA IMUNOLÓGICO
Um composto encontrado
no brócolis e em vegetais do mesmo gênero pode
ter mais benefícios para a saúde do que se
imaginava, melhorando significativamente o sistema imunológico,
segundo pesquisa da Universidade da Califórnia, nos
Estados Unidos.
Diversas pesquisas já
vêm demonstrando as propriedades anticâncer do composto
chamado de diindolylmethane (DIM), produzido quando vegetais
como o brócolis, o repolho e a couve são mastigados
e digeridos. O novo estudo, com ratos e cultura de células,
mostrou que esse composto pode impulsionar o sistema imunológico,
com o aumento nos níveis de linfócitos e de quatro
tipos de citoquinas, proteínas que ajudam a regular o
sistema, oferecendo proteção contra diversos tipos
de infecção e câncer.
Fonte: Agência
Brasil
COMO EMAGRECER PARA SEMPRE
A psicóloga Andréa
Cordoniz lançou neste mês o livro “Exorcise
sua alma gorda”. Na obra, o leitor descobre como é
sua alma e aprende a se alimentar corretamente, apenas mudando
hábitos e fugindo de pensamentos calóricos. Além
de esquecer de vez as intermináveis contagens de calorias.
Enquanto grande parte da população
está um pouco ou muito acima do peso, o padrão
estético continua sendo, para as mulheres, o da modelo
magra e alta das passarelas, desfilando graciosamente e provocando
inveja no sexo feminino. Para os homens, o modelo é o
ator malhado que aparece sem camisa na novela, enquanto a
maioria dos “normais” desfila os pneuzinhos ou
a barriga protuberante.
Cada vez mais nos deparamos com
dietas milagrosas, remédios e receitas que parecem
infalíveis para perder peso. Mas como mudar hábitos
e emagrecer de vez? A autora de Exorcize sua alma gorda,
Andréa Cordoniz, encontrou a fórmula e a explica
com muito bom humor em sua obra voltada para os “dietantes”, “aquela
pessoa que está sempre fazendo dieta, não importa
de 5 ou 50 quilos”, como ela mesma define: “é importante
descobrir uma maneira de emagrecer nossa alma, pois, assim,
teremos uma alma magra em um corpo magro. Caso contrário,
se emagrecermos apenas o corpo, as possibilidades de em breve
voltarmos a engordar são muito grandes”.
Certos pensamentos como “Eu
engordo só com o cheiro!”, “Acho que tenho
um distúrbio hormonal”, “Depois da gravidez,
nunca mais me endireitei!”, “Tenho tendência
para engordar”, são algumas das desculpas para
o não-sucesso das dietas.
Andréa mostra que, se queremos
estar magros, teremos de nos reeducar e, com exemplos reais,
leva o leitor a se identificar com o que lê.
O livro leva o leitor a descobrir
como é sua alma e aprender a se alimentar corretamente,
apenas mudando seus hábitos e fugindo de pensamentos
calóricos como: “Vou comer isso porque mereço!”, “Sou
gordo, mas sou feliz!”, ou “Melhor assim do que
ser um magro deprimido!”. E ensina a esquecer as intermináveis
contagens de calorias, porque com uma alma magra, aquela
torta de chocolate dentro da geladeira vai deixar de ser
uma tentação do inferno.
Com um grande know-how sobre o intrigante
mundo da perda de peso, a autora falar com segurança
de quem sabe e já vivenciou grandes experiências
sobre emagrecimento.
TRECHO DO LIVRO
Fim de semana é
sinônimo de fim da dieta para os portadores de Alma Gorda.
Muitos conseguem inclusive terminar aquilo que de fato jamais
começaram. Claro que o final de semana já começa
na sexta-feira. Depois de meio-dia já é dada a
largada.
A primeira providência é
escancarar na hora do almoço, fazer no final da tarde
um pequeno happy hour e arrematar com uma noitada das boas. Resumindo:
METER O PÉ NA JACA.
Às vezes, para disfarçar,
come uma saladinha no almoço de sábado e pede
uma água de coco. Deixa estar que aquele brownie de
chocolate com sorvete de creme, calda de caramelo e marshmallow
já é
promessa.
Terminado o suplício de ingerir
a tal salada (nadando em azeite, vinagre, maionese e com
bacon ralado salpicado), corre para o abraço e se
atraca com o tal brownie. Nesse exato momento, já
combina o próximo programa e pensa no lanche e no jantar.
Andréa Cordoniz já atuou
em Psicologia Hospitalar
, Psicologia Escolar e Psicologia Clínica. É também
autora de diversos artigos publicados em revistas e agora uniu
seus conhecimentos em Psicologia, seu bom humor e sua experiência
em dietas para fazer esta obra.
DIETA VEGANA
O livro Skinny Bitch, das autoras
americanas Kim Barnouin e Rory Freedman, fenômeno de
vendas nos Estados Unidos, reacendeu a
discussão sobre a dieta vegana
ou vegan, que tem como princípio básico a exclusão
de todos os alimentos derivados de animais.
A publicação, que
já circulou pela lista de best-sellers do jornal americano
The New York Times, promove esse tipo de dieta como o melhor
jeito de ficar magro e elegante, mas não menciona
quais os riscos que esse tipo de alimentação
pode causar aos seus seguidores.
Embora o consumo de animais, gorduras
e proteínas seja, muitas vezes, relacionado com doenças
do coração, alguns tipo de câncer, osteoporose,
diabetes, doenças de rim, hipertensão e obesidade,
a eliminação total desses grupos de alimentos
também não é
recomendável.
De acordo com o médico nutrólogo
e diretor da Associação Brasileira de Nutrologia
(ABRAN), Dr. Osman Gióia, os alimentos de origem animal
são as principais fontes das mais diversas proteínas. “Os
protéicos animais são as melhores fontes de ácidos
aminados, essenciais para a boa funcionalidade do organismo”,
comenta.
A dieta vegana, também conhecida
como vegetaliana, elimina fontes alimentares da vitamina
B12 e uma das melhores fontes de cálcio, os produtos
lácteos. Outros nutrientes como o ferro e o zinco
também acabam sendo reduzidos nesse tipo de alimentação.
Para levar uma vida normal e saudável, os veganos
devem encontrar alternativas para substituir carnes, ovos
e produtos lácteos, apostando no consumo de alimentos
como soja, trigo, tofu, levedura de cerveja, aveia e óleo
vegetal.
A perda de peso é um dos
fatores que atraem muitos adeptos para o vegetalianismo,
já que com a redução de proteínas
o grau de ingestão calórica também diminui. “A
dieta vegana pode sim ajudar no emagrecimento rápido,
mas, por outro lado, pode ser muito perigosa e causar sérios
danos à saúde”, alerta o médico
nutrólogo da ABRAN.
Problemas como anemia, fraqueza
e cansaços excessivos, irritabilidade, falhas de memória,
distúrbio do humor e irregularidades no ciclo menstrual
podem ser alguns dos sintomas provocados pela falta de uma
alimentação rica e balanceada.
As dietas restritivas dificultam
a obtenção dos nutrientes necessários
ao bom funcionamento do corpo. No caso das crianças
essa situação pode ser ainda mais grave, já que
na fase infantil o número de proteínas diárias
necessárias é muito maior devido ao elevado
gasto energético.
-“A comunidade nutróloga
não recomenda dietas extremas para crianças
ou mesmo para adultos. O equilíbrio de uma dieta mista,
com a combinação de todos os grupos alimentares,
ainda é a melhor opção”, conclui
Dr. Gióia.
DIETA ANTIINFLAMATÓRIA
Quando falamos em dietas, as pessoas querem saber qual a melhor
a ser seguida, muitas vezes denominada como milagrosa.
Pensando nisso, o Dr Alexander Luiz Gomes de Azevedo, especialista
em nutrologia pela Associação Brasileira
de Nutrologia e pelo Conselho Federal de Medicina e Saúde
de Família pela USP (Universidade São Paulo)
escreveu seu novo livro baseado nos alimentos antiinflamatórios,
que ajudam a emagrecer e a beneficiar o organismo.
Nele podemos encontrar
os alimentos ideais para uma dieta que previne e até trata
doenças, constatando quais alimentos aumentam ou amenizam
a inflamação crônica. O Dr explica em
seu livro que o primeiro passo é definir o que é inflamação
normal e anormal.
Devido a nossa “dieta
ocidental”, podemos ser vítimas de uma inflamação
crônica, que muitas vezes aparece sem sintomas. Doenças
cardiovasculares, artrite, câncer, diabetes, asma,
hipertensão, doença de Alzheimer, envelhecimento
precoce e até
deformações estéticas como celulite, têm
em comum uma inflamação anormal, podendo causar
alteração nas células, colaborando para
o aparecimento destas doenças. Sendo assim, esta dieta é um
plano alimentar sério e científico, com intuito
de reduzir esta inflamação através dos alimentos
antiinflamatórios.
QUANDO FOR COMER, FIQUE
EM SÃO PAULO
A gastronomia
em São Paulo
é tão variada em função do número
de imigrantes que acolheu. São mais de 12 mil restaurantes
que reunem pratos que se traduzem como uma verdadeira viagem
de volta ao mundo.
A Publifolha, em parceria com a
AF Guias de Viagem, criou o Guia Fique
em São Paulo
– Gastronomia. Ele apresenta um roteiro completo com mais de
80 endereços de São Paulo, retratando a culinária
de 51 países espalhados pelos cinco continentes. De sobremesa,
o leitor ganhará 17 receitas de chefs famosos e para preparar
em casa.
Adriana Salles, editora do guia,
relata que suas diversas viagens sempre estiveram muito ligadas à culinária,
e que a própria idéia do livro surgiu em um
jantar, no restaurante indiano Ganesh. “Em todas as
minhas viagens, eu entendi que a culinária de um lugar
tem o poder de nos conectar a ele, dizendo muito sobre sua
geografia, história, povo, cultura - ou seja, comer
e viajar, de certa maneira, são faces da mesma moeda.”
No Guia Fique
em São Paulo
– Gastronomia os destinos gastronômicos são divididos
por países ou regiões. Para cada sugestão, é sempre
apresentada uma tabela com a localização do restaurante,
o horário de funcionamento, a capacidade da casa, a faixa
de preço, a disponibilidade de estacionamento e uma classificação
que varia do regular ao excelente e traz cotações
do famoso Guia Michelin.
As sugestões variam de restaurantes
requintados e badalados, como Fasano e D.O.M., a opções
menos pretensiosas como o simpático El Guatón,
restaurante chileno que serve empanadas na região
de Pinheiros.
Guia Fique
em São Paulo
– Gastronomia, Editora: Publifolha, de AF Guias de Viagem, 200 páginas,
R$ 39,90
MOLHOS DE TOMATE REJEITADOS
A associação Brasileira
de Defesa do Consumidor - Pró-Teste analisou trinta
marcas de molhos de tomate industrializados. Dessas marcas,
apenas oito são recomendadas ao consumo por esta instituição.
Dos enlatados, o Jurema Salsatelli
foi apontado como o melhor do teste. Já o Cepera foi
classificado como a escolha certa, o que significa
melhor relação custo x benefício.
Os outros cinco avaliados positivamente foram: Knorr-Cica Pomarola,
Sendas, Great Value, Luppini Pronto e Fugini . Entre os molhos
de caixinha, somente um
é recomendado: Knorr-Cica Pomarola, considerado o melhor do teste.
A Associação entrou
com uma ação pedindo que os molhos de outras
empresas não sejam produzidos, distribuídos
e nem comercializados pois, se encontram inadequados para
o consumo.
Durante o teste, foram encontrados
pêlos de roedores em duas marcas: Tomatino (em lata)
e Arisco Tarantella (em caixa).
Em dezesseis molhos foram encontrados fragmentos de insetos e
larvas e, em alguns casos, o bicho foi encontrado inteiro. São
eles:
Big, Carrefour, Cirio, Etti Salsareti, Mais por Menos, Olé,
Peixe Tomatelli, Tomatento, Predilecta (todos em lata), Etti
Salsaretti, Olé, Palmeiron, Parmalat, Peixe Tomatelli,
Quero e Tomatino (em caixa).
Além disso, foi realizada uma avaliação
para determinar possíveis contaminações
que o produto pode sofrer. As marcas foram submetidas a
temperaturas ideais para o desenvolvimento de microorganismos.
Cinco dela produziram gás e estufaram: Comprebem, Extra,
Predilecta, Quero Marinara e Tradelli.
Ao final, foi concluído que sete produtos oferecem risco à saúde
por terem propensão à deterioração.
São eles: Comprebem, Extra, Quero Marinara, Predilecta,
Tradelli e Tomatino (todos em lata) e Arisco Tarantella (em caixinha).
CHEGOU A GRANDE COZINHA
A coleção A Grande Cozinha da Editora Abril, versão
brasileira de
La Grande Cucina
chega ao mercado. A coleção compõe 25 livros que
serão vendidos semanalmente em bancas, livrarias e supermercados
por R$ 12,90 cada. O primeiro volume - Massas - sai com o preço
promocional de R$ 4,90.
Cada volume de A Grande Cozinha
tem 176 páginas e traz aproximadamente 55 receitas
(muitas das quais inéditas), apresentadas sempre em
página dupla, destacando a receita de um lado e a
foto do prato pronto do outro, todas com grau de dificuldade,
tempo de preparo e sugestão do melhor vinho para acompanhamento.
Disponível para assinatura,
a coleção completa pode ser adquirida por R$
274,20, valor parcelado em até seis vezes sem juros
- garantindo 15% de desconto em relação ao
preço total da compra avulsa.
A lista completa dos 25 volumes
de A Grande Cozinha são: Massas; Cremes, Pudins e
Musses; Carnes Vermelhas; Arroz; Bolos, Merengues e Tortas
Doces; Pizzas, Foccacias e Tortas Salgadas; Carnes Brancas;
Saladas; Sorvetes e Sorbets; Sopas e Caldos; Peixes e Frutos
do Mar; Verduras; Frutas; Aperitivos e Entradas; Prato Único;
Docinhos e Biscoitos; Queijos; Pães & Cia.; Coquetéis
e Aperitivos; Cozinha Mediterrânea; Cozinha Vegetariana;
Cozinha ao Vapor; Cozinha ao Forno; Cozinha na Frigideira,
e Cozinha na Panela Wok.

BANQUETES ESPECIAIS PARA
A PRIMAVERA
O Serviço Nestlé ao
Consumidor aproveita o início da primavera para apresentar
algumas opções de receitas criativas ideais
para serem servidas aos amigos
em casa. As
sugestões são “Minipanquecas” e “Pasta
de Palmito”. Para sobremesa,
“Sorvete Especial” e para beber um refrescante “Smoothie
de Abacaxi”.
Minipanquecas
INGREDIENTES:
Massa
-
2 ovos
- 1 xícara (chá) de leite
- 1 xícara (chá) de fécula de batata
- 2 colheres (sopa) de sal
- 1 colher (chá) de semente de papoula
- Manteiga para untar
Recheio
-
1 cenoura
-
1 pepino japonês
-
Meia manga
-
Meio vidro de palmito (
150 g
)
-
1 copo de Requeijão Cremoso Nestlé
MODO
DE PREPARO
Massa
Bata
no liquidificador, os ovos com o leite, a fécula e
o sal. Misture as sementes de papoula. Leve ao fogo baixo
uma frigideira untada com manteiga. Cubra o fundo da frigideira
com um pouco de massa e deixe dourar. Vire a massa do outro
lado e doure por alguns instantes. Repita o procedimento
até acabar a massa.
Recheio
Corte
a cenoura, o pepino, a manga e o palmito em tirinhas finas.
Mergulhe a cenoura em água fervente por cerca de 5
minutos, para ficar macia. Espalhe o Requeijão sobre
as massas de panqueca. Distribua as tiras de legumes em um único
sentido sobre a massa e enrole-as bem apertado. Corte em
pedaços individuais e sirva.
Dicas
-
Se desejar, você pode utilizar esta massa para fazer
panquecas quentes ou frias com outros ingredientes
-
Se desejar, substitua a manga por meio pimentão vermelho
cozido ou um tomate sem sementes cortado em tiras.
Faz
bem saber
Esta
massa não possui glúten, pois a farinha de
trigo foi substituída por fécula de batata.
Os alimentos que contêm glúten são os
derivados de aveia, cevada, centeio e trigo.
Rendimento:
10 porções
Pasta de Palmito
INGREDIENTES:
-
1 vidro de palmito (300g)
- 1 caixinha de Creme de Leite Light Nestlé
- 1 colher (sopa) de Fondor Maggi
- 1 pacote de pão sírio (médio de 320g)
MODO
DE PREPARO:
Em
um processador, bata o palmito com o CREME DE LEITE LIGHT.
Misture o FONDOR e leve à geladeira por cerca de meia
hora. Enquanto isso,corte os pães em oito pedaços
triangulares e doure-os em forno médio (
180
°C
),
preaquecido (cerca de 10 minutos). Sirva a pasta de palmito com
os pães torrados.
Dica
Se
desejar preparar no liquidificador, bata os ingredientes
utilizando a tecla pulsar. Assim, você evita que a
pasta fique muito líquida.
Faz
bem saber
Além
de ter poucas calorias e gorduras, o palmito é rico
em minerais como cálcio, fósforo e ferro.Também é boa
fonte de vitamina C e, em menores quantidades, de vitaminas
do complexo B.
Rendimento:
6 porções
Sorvete Especial
INGREDIENTES
-
2 litros
de Sorvete de Creme Nestlé
-
1 lata de Doce de Leite Moça Cremoso
-
Meia xícara (chá) de castanha-do-pará em
lascas
Calda
de Chocolate
-
1 tablete de Classic Chocolate Meio Amargo
-
1 colher (sopa) de gordura vegetal ou gordura de coco
Calda
de Frutas Vermelhas
-
Meia xícara (chá) de frutas vermelhas
-
Meia xícara (chá) de açúcar
MODO
DE PREPARO
Misture
o SORVETE com o DOCE DE LEITE e as castanhas. Distribua em
taças e leve ao freezer até o momento de servir.
Calda
de Chocolate
Pique
o CHOCOLATE, coloque em uma panela pequena, junte a gordura
e aqueça em banho-maria até obter uma mistura
homogênea. Sirva em panela de réchaud.
Calda
de Frutas Vermelhas
Coloque
em uma panela as frutas vermelhas, o açúcar
e meia xícara (chá) de água. Leve ao
fogo, mexendo sempre até engrossar.
Dicas
-
Se desejar, boleie o sorvete no momento de servir.
-
Se desejar, substitua as frutas vermelhas pela mesma quantidade
de morangos frescos.
Faz
bem saber
Esta
sobremesa tem sabor delicado e é de fácil preparo.
Porém, possui teor energético considerável.
Assim, o ideal é servir pequenas porções
para adoçar a vida sem exagerar e sem correr
riscos com a saúde!
Rendimento:
15 porções
Smoothie de Abacaxi
INGREDIENTES
-
2 bolas de La Frutta Abacaxi com Hortelã
-
Meia colher (chá) de gengibre ralado
-
Meia colher (chá) de sementes de linhaça
MODO
DE PREPARO
Bata
no liquidificador o Sorvete com o gengibre e meia xícara
(chá) de água gelada. Misture as sementes de
linhaça e sirva em copos altos.
Dica
Se
desejar, substitua as sementes de linhaça por sementes
de papoula.
Faz
bem saber